{"id":1758,"date":"2011-02-04T15:29:39","date_gmt":"2011-02-04T18:29:39","guid":{"rendered":"http:\/\/radiocidadania.com.br\/blog\/?p=1758"},"modified":"2011-02-04T16:11:13","modified_gmt":"2011-02-04T19:11:13","slug":"hepatites-e-seus-riscos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.radiocidadania.com.br\/blog\/2011\/02\/04\/hepatites-e-seus-riscos\/","title":{"rendered":"HEPATITES E SEUS RISCOS"},"content":{"rendered":"<p>Os riscos das hepatites B e C<\/p>\n<p>Autor: F\u00e1bio REM<\/p>\n<p>Gostaria de aproveitar o espa\u00e7o e a presen\u00e7a de alguns posts sobre medicina para deixar um recado sobre as hepatites cr\u00f4nicas, basicamente a hepatite B e C, que s\u00e3o doen\u00e7as um pouco negligenciadas, que em geral n\u00e3o geram sintomas e podem causar danos importantes \u00e0 sa\u00fade a longo prazo.<br \/>\nQuando se fala em doen\u00e7as sexualmente transmiss\u00edveis, de imediato se lembra de blenorragia (a popular gonorr\u00e9ia), clam\u00eddea,  s\u00edfilis e HIV\/ AIDS. No entanto existem tamb\u00e9m as hepatites cr\u00f4nicas, que igualmente s\u00e3o transmitidas sexualmente, principalmente a hepatite B. A hepatite C pode ser transmitida desse modo, mas \u00e9 mais dif\u00edcil de acontecer.<br \/>\nEnt\u00e3o, quando algu\u00e9m tem rela\u00e7\u00f5es sexuais sem prote\u00e7\u00e3o, n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 no HIV que tem que se pensar, mas nas hepatites tamb\u00e9m. A hepatite B se transmiss\u00e3o via sexual com  facilidade. Quando se identifica algu\u00e9m com hepatite B, tem que se ir atr\u00e1s dos contatos sexuais (sem prote\u00e7\u00e3o) dessa pessoa. \u00c9 muito comum um c\u00f4njuge ser portador dessa hepatite sem saber e passar para o seu (sua) companheira.<br \/>\nO problema maior dessas hepatites \u00e9 que elas n\u00e3o d\u00e3o sintomas, ent\u00e3o o sujeito pode ser portador do v\u00edrus sem saber. E a longo prazo, as hepatites cr\u00f4nicas podem causar problemas hep\u00e1ticos s\u00e9rios, como cirrose (embora nem sempre o fa\u00e7am). Ent\u00e3o, quando se faz exames de checkup, por exemplo, n\u00e3o se deve esquecer de fazer exames para essas hepatites. principalmente se houver hist\u00f3rico de rela\u00e7\u00f5es sexuais sem prote\u00e7\u00e3o.<br \/>\nNo caso da hepatite C, todos os que usaram drogas injet\u00e1veis com compartilhamento de seringas alguma vez ( a maneira mais comum de se adquirir essa doen\u00e7a &#8211; nos EUA ) devem fazer o exame. Nos EUA por volta de 80% dos portadores do v\u00edrus o adquiriram pelo uso de drogas com compartilhamento de agulhas. Tamb\u00e9m quem  recebeu transfus\u00f5es de sangue antes de 1992, que foi quando foi identificado o v\u00edrus e tornou-se dispon\u00edvel o exame para identificar o v\u00edrus. Outras maneiras de adquirir o v\u00edrus C : por piercings, tatuagens realizados com objetos nao esterilizados, quem faz hemodi\u00e1lise, acidentes com agulhas contaminadas. Ultimamente o uso de coca\u00edna intranasal com compartihamento de &#8220;canudos para aspira\u00e7\u00e3o&#8221; tem sido relatada como modo de se adquirir o v\u00edrus: basicamente porque quem usa coca\u00edna pode ter sangramentos nasais (epistaxes) &#8211; o sangue de um usu\u00e1rio fica no canudo de aspira\u00e7\u00e3o e o pr\u00f3ximo que o utilizar pode se contaminar. A hepatite C se transmite basicamente quando o sangue de algu\u00e9m contaminado entra em contato com o sangue do outro, via seringas compartilhadas, transfus\u00f5es de sangue, piercings, tatuagens, canudos para consumo de coca\u00edna nasal. Ela pode ser transmitida via sexual, mas j\u00e1 \u00e9 mais dif\u00edcil de acontecer. De qualquer modo, todo portador de hepatite C deve ter rela\u00e7\u00f5es com prote\u00e7\u00e3o, para n\u00e3o passar o v\u00edrus adiante.<br \/>\nProfissionais de sa\u00fade em geral s\u00e3o um grupo de risco, porque lidam com sangue alheio seguidamente. Incluindo dentistas, cirurgi\u00f5es, enfermeiras, auxiliares de enfermagem. A preval\u00eancia da hepatite C na popula\u00e7\u00e3o mundial \u00e9 de 3,0% ( quer dizer, 3,0% das pessoas tem o v\u00edrus ), enquanto que a do HIV \u00e9 em torno de 0,8 %. Ent\u00e3o vejam que h\u00e1 mais gente com hepatite C por a\u00ed que com HIV.<br \/>\nO ponto importante, que repito aqui, \u00e9 que n\u00e3o d\u00e1 pra esperar se sentir alguma coisa para fazer os exames, porque as hepatites B e C n\u00e3o causam sintomas &#8211; somente o fazem quando a les\u00e3o no f\u00edgado est\u00e1 avan\u00e7ada. Ent\u00e3o quem passou por alguma das experi\u00eancias relatadas acima, deveria fazer os exames.<br \/>\nFonte: Blog do Nassif<br \/>\nPostado por Ernesto Albuquerque<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os riscos das hepatites B e C Autor: F\u00e1bio REM Gostaria de aproveitar o espa\u00e7o e a presen\u00e7a de alguns posts sobre medicina para deixar um recado sobre as hepatites cr\u00f4nicas, basicamente a hepatite B e C, que s\u00e3o doen\u00e7as um pouco negligenciadas, que em geral n\u00e3o geram sintomas e podem causar danos importantes \u00e0 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"spay_email":"","jetpack_publicize_message":""},"categories":[9],"tags":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pYpuv-sm","jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.radiocidadania.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1758"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.radiocidadania.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.radiocidadania.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.radiocidadania.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.radiocidadania.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1758"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.radiocidadania.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1758\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1761,"href":"https:\/\/www.radiocidadania.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1758\/revisions\/1761"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.radiocidadania.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1758"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.radiocidadania.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1758"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.radiocidadania.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1758"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}